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... Qual é o seu? Eu sempre ouvi dizer que essa é a época do ano onde os nossos melhores sonhos se realizam. Hoje, mais do que em qualquer outro dia, eu tenho certeza disso! Essa é a minha mensagem especial de fim de ano. Em 2014, muita coisa bem interessante vai chegar por aqui! (O meu agradecimento especial à nossa parceira na área de vídeo, Ápice Cinema e Vídeo.) Um forte abraço!
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De repente

Você deve ter conhecido (ou sabe de alguém) que morreu de repente.

Assim, do nada, mesmo.

...

Pois bem, pense que foi você.

Sem dar tempo de dizer o que precisava ter dito.
Nem os 'eu te amo' presos na garganta, nem os 'me desculpe' mofando dentro do peito.

Sem dar tempo de dar os abraços que tanto queria.

Sem matar as saudades adiadas pela tal 'correria' - culpada injustamente por tudo aquilo que protelamos sem motivo real.

Sem realizar nenhuma daquelas coisas que você queria tanto.

Tá, você pode pensar que terá tempo (e que o tom desse texto é alarmista).

Bom, é um direito seu.

Mas a pessoa que você pensou nas primeiras linhas desse texto também pensou que teria tempo.

Vai continuar esperando?!

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Ausência boa

Nem toda ausência é saudade.

Algumas ausências são verdadeiros presentes.

...

É como se tirasse uma tonelada das nossas costas, cabeça e peito.

Porque há pessoas que são bem assim.

Não trazem alegria, sorrisos, convites para coisas boas, prazer em tê-las por perto.

Trazem peso. Só peso.

Mais nada.

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O controle que não temos

Você não tem o controle que acredita ter, relativo a qualquer coisa que esteja ao seu redor.

Na verdade, você nem sempre tem controle até mesmo sobre o que está dentro de você.

...

Carregamos essa impressão pretensiosa de que temos controle sobre tudo e é justamente por pensarmos assim que vivemos nossas maiores frustrações e desilusões.

Se nem sempre controlamos nossos sentimentos e ações, como podemos querer controlar os sentimentos e ações das pessoas que convivemos?

O caminho é ter tranquilidade para fazer aquilo que é possível em cada momento, sem ansiedade ou desespero.

Agindo assim, aos poucos tudo vai chegando ao seu lugar.

Pode acreditar.

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Você contra você

Independente de qual seja a sua busca, uma coisa é certa.

Você é o seu maior adversário.

...

Colocado dessa forma, chega a ser intrigante.

Mas é verdade.

Ninguém sabe melhor como derrotá-lo do que você mesmo.

Você aprimora o 'seu adversário' quando dá espaço para pensamentos contrários ao seu propósito. Quando você deixa de acreditar em você mesmo. Quando valoriza as fraquezas em detrimento das virtudes e qualidades. Quando enaltece preocupações.

Lembre-se: Preocupação nunca resolveu qualquer problema. Nem ajudou a chegar a alguma solução.

Funciona como na menstruação atrasada quando ainda não se sabe que não há gravidez. Quanto maior a preocupação, maior o atraso.

De bom, mesmo, não traz nada.

Absolutamente nada.

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É a mesma coisa

Chega o dia em que você olha para o seu guarda-roupas e vê o verdadeiro caos.

A preguiça é mais tentadora que colocar a mão na massa.

...

Mas não dá mais para adiar.

Não só porque está difícil localizar o que você realmente precisa.
Mas também porque você não sabe mais o que é útil e o que não tem serventia pra você.

Vai dar trabalho, você sabe.

Há coisas que podem ser separadas de cara, sem pensar muito.
Já outras, você terá que analisar uma a uma, ao experimentar, para ter certeza se usaria novamente ou não.

Depois de toda essa canseira, você olhará para o seu guarda-roupas vendo-o todo arrumado e perceberá que o acesso está mais fácil. Que as suas coisas estão mais bem organizadas. E conseguirá usar o que for preciso.

Com a sua vida é a mesma coisa.

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A importância do autoconhecimento

Você pode olhar para o dia de hoje de maneiras distintas: Com tristeza, alegria, motivação, desânimo, felicidade, desespero.

É bem provável que o seu momento de vida interfira diretamente na forma como você está olhando. Influenciado por uma fase que você esteja vivendo ou mesmo coisas que aconteceram no decorrer do dia.

...

Nosso universo é composto de uma série de variáveis significativas e nem sempre estáveis, capazes de mudar tudo de uma hora para outra - tanto para o bom quanto para o ruim.

Quanto maior seu autoconhecimento, melhor será a sua celebração dos dias bons e o jeito como você lidará com os dias ruins.

O caminho para isso?

Pare de se negligenciar e entre em contato com você mesmo!
Não tenha medo de tocar em suas próprias feridas. Nem de assumir seus medos.

Esteja próximo de pessoas que você tem como referência de equilíbrio e considera serem 'pessoas do bem'.

Substitua definitivamente o termo D.R. (Discutir a Relação) pelo termo C.R. (Conversar sobre a Relação) e adote esse hábito como parte da sua vida, no que se refere a todas as relações que são valiosas para você - não apenas a afetiva.

Lembre-se: Você trabalha cerca de 40 horas semanais para que seu trabalho dê certo e, às vezes, esse tempo não é suficiente.

Quanto tempo você tem trabalhado para que você dê certo?!

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Uma conversa

Às vezes, tudo o que uma situação pendente precisa para ser resolvida é uma conversa.

Não que todas as conversas sejam fáceis de ter....
Definitivamente não.

Mas colocado dessa forma, chega a dar vergonha em quem se vê preso a algo mal resolvido por dias, meses e até anos.

Ainda mais com alguém que fez - e faz - parte da sua história.

Antes de falar, escute o que o outro tem a dizer.
Mas escute 'desarmado'. Com o peito aberto. E a cabeça também.

Tentando entender o que levou o outro a sentir o que ele sentiu.

Depois de ouvir tudo o que o outro tem a dizer, aí sim, fale.

Não precisa rebater todos os pontos.
Não é uma disputa num tribunal.

Coloque sua visão dos fatos.
E o que sentiu.

Com o cuidado de não ferir quem está te escutando.

Quando se chega para uma conversa como essa, os dois já estão feridos o bastante.

E não se faz curativo com faca.

Mesmo a situação mais extrema pode ser resolvida sem se abrir mão da doçura.

Lembre-se disso!

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Relações familiares

O convívio familiar nem sempre é harmonioso.

Como as diferenças são mais evidentes, muitas vezes, destacamos as características que o outro não tem. As coisas que o outro não faz.

...

E acabamos prestando mais atenção na ausência que na presença.

Deixamos de perceber e valorizar as virtudes e os motivos de orgulho.
As coisas boas.
Os encantamentos.

E, dessa forma, as relações familiares acabam comprometidas.

Esquecemos que se não houvesse qualquer diferença, seria porque o outro é exatamente do jeito que queríamos que ele fosse.

E isso, obviamente, é impossível!

Aceitar diferenças para ter um bom convívio familiar não é condescendência forçada.

É evolução no nível mais alto.

Coisa rara.

Mas que deve ser buscada, diariamente.

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