Hoje foi dia de festa,defesa de dissertação de mestrado da Marcela Gama.

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Sem estoque, vacina contra tuberculose acaba em 30 dias

Os estoques da vacina Bacilo de Calmette-Guérin – popularmente conhecida como BCG, indicada para prevenção da tuberculose – estão em baixa no Município de Campo Grande. ...
correiodoestado.com.br

#SomosSUS Aclamada como nova presidente do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde – Cebes Pela Reforma Sanitária – em seu quinto e último simpósio nacional, real...izado no fim de novembro, Lúcia Souto e a nova diretoria da entidade foram oficialmente empossados na manhã de 31 de janeiro. A atividade aconteceu no Centro de Estudos Estratégicos da Fundação Oswaldo Cruz (CEE-Fiocruz) e foi celebrada juntamente com uma reunião entre lideranças do movimento sanitário e médico do Rio de Janeiro com parlamentares ligados à Frente Brasil Popular.

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Encontro das lideranças do movimento sanitário e médico com parlamentares marcou a posse da nova diretoria, no Rio de Janeiro
abrasco.org.br

O que é Tuberculose Pleural e como curar

What is pleural tuberculosis and how to heal
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A tuberculose pleural é a infecção da pleura, que é a fina película que reveste os pulmões, pelo bacilo de Koch, e provoca sintomas como dor no tórax, tosse, fa(...)
aperderpeso.tk
Doença pode afetar outros órgãos além do pulmão, fique atento aos sintomas e conheça o melhor tratamento para tuberculose extrapulmonar.
minhavida.com.br

Governo promove qualificação sobre hanseníase e tuberculose para profissionais de saúde em Patos e Sousa

Organizações pressionam países dos Brics a se empenharem no combate a tuberculose

Brasil possui média de 33,7 casos a cada 100 mil habitantes e está entre nações com maior incidência

Brasil possui média de 33,7 casos a cada 100 mil habitantes e está entre nações com maior incidência
brasildefato.com.br

Agentes penitenciários e detentos da Máxima participam de projeto que servirá de referência contra tuberculose | Agepen

And inmates of the maximum participate in project that will serve as reference against tuberculosis | Agepen
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Saúde Prisional Agentes penitenciários e detentos da Máxima participam de projeto que servirá de referência contra tuberculose 13 de novembro de 2017 - 10:57 imprensaagepen Campo Grande (MS) – Com a finalidade de reduzir a incidência da tuberculose (TB) na população carcerária, projeto pioneiro no B...
agepen.ms.gov.br

Manifesto para a importância do trabalho das agentes do instituto Vila Rosário em Combate a Tuberculese. Você que conhece o nosso trabalho contribua com sua assinatura é seu CPF para declarar o quanto nosso trabalho é importante para acabar com a tuberculose.

O CEBAS é um certificado concedido pelo Governo Federal, por meio de Ministérios, a organizações privadas, sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social que prestam serviços em suas... respectivas áreas.

Foi aberta uma Consulta Pública para manifestação da sociedade civil sobre o pedido de renovação do CEBAS (Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social em Saúde), fundamental para seguirmos com as nossas ações, por isso, contamos com o seu apoio.

A consulta é exclusivamente online e disponível somente na página do Ministério da Saúde/CEBAS: http://siscebas.saude.gov.br/…/WebAppli…/consultaPublica.php

Temos até o dia 03 de novembro de 2017 para que você se manifeste a favor da Fundação Ataulpho de Paiva.

Para tanto, acesse o link: http://siscebas.saude.gov.br/…/WebAppli…/consultaPublica.php e siga as instruções abaixo.

1. Localize a FUNDAÇÃO ATAULPHO DE PAIVA.
2. Após localizar, clique em MANIFESTAR;
3. Você só precisará informar seu Nome e CPF;
4. Digite o texto “Manifesto meu apoio à Fundação Ataulpho de Paiva” e complemente com o que considerar relevante;
5. Informe o código de segurança fornecido e, em seguida, clique em Salvar. É necessário para concluir o seu Manifesto.

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Um pequeno exemplo de como foi a comemoração dos 60 anos do Instituto de Doenças do Tórax da UFRJ. Em breve postaremos mais imagens.

O município de Barueri foi premiado pela qualidade nas ações de controle da tuberculose. O prêmio fo
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Tuberculose atinge 1.500 a cada 100 mil presos no Complexo de Gericinó

Pesquisa da Fiocruz aponta que incidência nas prisões de Bangu é bem mais alta que a média do país

Pesquisa da Fiocruz aponta que incidência nas prisões de Bangu é bem mais alta que a média do país
oglobo.globo.com
Jorge Luiz da Rocha, pneumologista do Hospital Hélio Fraga, enumera as consequências do sucateamento de hospitais de referência na doença
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Alexandre Milagres

"Hospitais de referência em tuberculose no estado do Rio estão abandonados - No Raphael de Paula Souza, em Curicica, setores inteiros já foram desativados". Mat...éria de Rafael Galdo, O Globo, 17/10/17. Foto de Bárbara Lopes, Agência O Globo.
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RIO - Entrar pelos corredores do Hospital Municipal Raphael de Paula Souza, em Curicica, pode parecer uma incursão por um mausoléu abandonado. São setores inteiros desertos, consultórios fechados, paredes e tetos carcomidos por infiltrações. Para onde se olha, há evidências de que a unidade definha, apesar de ser considerada uma referência para a internação em casos graves de tuberculose. Uma doença que, como O GLOBO mostrou no último domingo, deixa mais mortos no Rio do que em qualquer outro estado brasileiro — foram cinco óbitos para cada 100 mil habitantes em 2016. E que, enquanto segue o rastro de problemas sociais como as moradias precárias em favelas, denunciam médicos e outros profissionais, também mata devido ao desmonte da rede de saúde pública que deveria atender justamente os pacientes em estado mais grave.
— Hoje, a maior parte dos tratamentos acontece nas unidades básicas de saúde. Há casos, no entanto, em que é necessária a internação. Ao mesmo tempo que as pessoas morrem com tuberculose em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), os hospitais de referência perderam leitos e sofrem com a falta de infraestrutura e de recursos — afirma o médico tisiopneumologista Alexandre Milagres, que trabalhou 36 anos no Raphael de Paula Souza.
MULTIRRESISTÊNCIA AOS MEDICAMENTOS
Ele lembra que o hospital foi criado em 1952, para tratar os pacientes de tuberculose, concebido até arquitetonicamente para esses atendimentos, com um único andar, corredores amplos e áreas bem ventiladas e iluminadas por luz natural. No entanto, desde 1999, diz ele, quando a gestão do hospital passou do governo federal para o município do Rio, a unidade entrou num processo de deterioração.
Nesta segunda-feira, ao circular pelo hospital, a equipe do GLOBO constatou que o ambulatório de infectologia e as áreas onde são feitos os atendimentos de saúde básica seguem movimentadas e em pleno funcionamento. Mas basta seguir pelos pavilhões da unidade para encontrar estruturas sucateadas. Há salas fechadas com portas presas com tábuas pregadas à parede, antigos consultórios vazios e lugares que se assemelham mais a um cenário de filme de terror. “Antes, era fácil conseguir atendimento para tuberculose aqui. Hoje, é muito difícil”, dizia uma funcionária da unidade.
— O hospital segue com sua expertise tanto no tratamento das decorrências da doença quanto na associação entre tuberculose e HIV. Mas, se tinha 1.500 leitos quando foi criado, hoje tem pouco mais de 30, e a pneumologia se resume a dois, três médicos. Isso num quadro em que o Rio é campeão nacional da tuberculose multirresistente, muitas vezes uma consequência de tratamentos malfeitos, em que os pacientes desenvolvem resistência aos medicamentos existentes. Alguns desses pacientes têm lesões pulmonares graves e, às vezes, requerem internação para oxigenoterapia — afirma Milagres.
Neste caso específico, atualmente, a unidade de referência para as internações na cidade do Rio é o Hospital Estadual Santa Maria, em Jacarepaguá, com pouco mais de 90 leitos. A situação dele, no entanto, não difere muito da do Raphael de Paula Souza. Há anos, os funcionários vêm denunciando que a situação é crítica, com falta de insumos, medicamentos, luvas e máscaras de proteção respiratória.
— O abandono no Santa Maria é o mesmo. É preciso uma política pública, de estado e município associados, para readaptar esses hospitais, além de criar leitos em outras unidades adequados ao atendimento. Hoje, parte dos leitos que havia no Hospital Estadual São Sebastião, fechado no Caju, por exemplo, foi transferida para o Hospital dos Servidores, mas num lugar completamente fechado e inapropriado — afirma o vereador Paulo Pinheiro (PSOL), presidente da Frente Parlamentar em Apoio ao Combate da Tuberculose da Câmara dos Vereadores, que tratará do assunto numa audiência pública este mês.
DENÚNCIA AO MINISTÉRIO PÚBLICO
Ele ressalta ainda que, de acordo com números obtidos pela Frente junto à Secretaria municipal de Saúde, vêm aumentando na cidade do Rio os casos detectados de tuberculose multirresistente. Em 2013, a taxa de incidência foi 0,9 caso a cada 100 mil habitantes. Taxa que aumentou para 1,5 por 100 mil em 2014 e chegou a 1,8 por 100 mil em 2015.
A conjuntura de precariedade nos hospitais e gravidade dos casos, segundo Jorge Darze, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenan), levará a entidade a encaminhar uma denúncia ao Ministério Público estadual para que unidades como o Raphael de Paula Souza e o Santa Maria, assim como o Ary Parreiras, em Niterói, sejam inspecionados.
Procurada para comentar a situação do hospital de Curicica, a Secretaria municipal de Saúde não se pronunciou.

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PAHO-WHO

Tuberculosis may seem a disease of the past, but it's actually the world's top infectious killer today.
We need to unite to #EndTB

De janeiro até setembro deste ano, a PB registrou 79 novos casos de tuberculose por mês, o que representa 714 pessoas infectadas. Doença pode ser considerada epidemia.
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Alexandre Milagres is in Mundo Absurdo.

A TUBERCULOSE AVANÇA NO RASTRO DE PROBLEMAS SOCIAIS, matéria de Rafael Galdo e Daniel Marenco, O Globo, 15/10/17.
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Acrescentamos: "mas também na inépcia de governos fluminenses e cariocas sucessivos".
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Quadro da tuberculose piora no Rio: favelas populosas têm piores índices
Doença atinge taxas recordes em Manguinhos e no Jacarezinho
POR RAFAEL GALDO / DANIEL MARENCO
RIO - Quando os agentes de saúde chegam, D. sai transtornada do casebre em que vive, uma maloca escura, com menos de um metro de altura, feita com restos de tudo. Ela grita e chora, porque a amiga, que mora no mesmo barraco, rasgou o braço com um pedaço de vidro numa tentativa de suicídio. Uma médica e dois residentes de enfermagem precisam socorrer a mulher, ensanguentada no chão. Mas, antes de levá-la para a Clínica da Família de Manguinhos, entregam uma cartela de comprimidos a D., que abraça a amiga, vira para o lado e começa a tossir e a expelir muco. Eram os sintomas do que, na verdade, tinha levado a equipe até ali, à beira da Avenida Brasil: resquícios da tuberculose da qual D. tenta se curar. É uma das mais antigas e mortais doenças infecciosas da história da Humanidade, que resiste e se alimenta de problemas sociais do Rio, como moradias precárias, falta de saneamento e de assistência médica de qualidade.
A tuberculose — que teve seu auge na Europa, nos séculos XVIII e XIX — é um drama que ainda atinge, todos os anos, mais de 10 mil pessoas no Estado do Rio. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência da doença, no ano passado, chegou a 63,82 casos por 100 mil habitantes no estado. É a segunda maior do país, atrás apenas do Amazonas (68,2).
Na capital, ao contrário do que poderia se imaginar, o desenvolvimento não reduziu os números. Dados obtidos junto à Secretaria municipal de Saúde (SMS) pela Frente Parlamentar em Apoio ao Combate da Tuberculose da Câmara dos Vereadores indicam que foram 99 casos por 100 mil moradores da cidade em 2016. E a situação piorou. Em 2014, por exemplo, foram 90 registros por 100 mil moradores. A média nacional é de 33,7 por 100 mil.
— É uma doença social. O Rio é uma área endêmica da tuberculose, que se agrava nas comunidades devido às péssimas condições de moradia e de alimentação das pessoas — afirma Marcelo Soares Costa, enfermeiro do Consultório na Rua da Clínica da Família Victor Valla, em Manguinhos.
É a equipe dele a responsável pelo atendimento aos moradores de rua da região de Manguinhos e de toda a Área de Planejamento 3.1 — uma das dez da cidade —, que inclui a Maré e suas cracolândias, e que tem o menor percentual de cura e o maior índice de abandono do tratamento da doença no Rio. Também é esse grupo de agentes de saúde que, na última quarta-feira, saiu para fazer a entrega dos medicamentos a D. Um esforço para minimizar as consequências do abandono do tratamento, gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e que deve durar, no mínimo, seis meses.
Principalmente nas adensadas favelas cariocas, assim como nos presídios e entre a população de rua, a doença se alastra. Em duas das comunidades mais conflagradas e abandonadas pelo poder público, as taxas são mais do que o triplo das de outras regiões da cidade. Em Manguinhos, por exemplo, chega a 337,4 por 100 mil habitantes. E na vizinha Jacarezinho, que tem população de 39.041 moradores e registrou 130 casos em 2016, a proporção também é assustadora: 332,9 casos por 100 mil. Um quadro que faz a região ser uma das que mais preocupam a Secretaria municipal de Saúde, já que os números de incidência de tuberculose superam os de países africanos, como Congo (324) e Serra Leoa (307).
O que é a tuberculose
Infecciosa e transmissível,
a doença é causada pelo Mycobacterium tuberculosis
TRANSMISSÃO
É aérea. Ao falar, espirrar e, principalmente, ao tossir, as pessoas com tuberculose ativa lançam partículas no ar em forma de aerossóis que contêm bacilos.
PRINCIPAIS SINTOMAS
Os principais sintomas são tosses persistentes por mais de três semanas, febre baixa, suor excessivo durante a noite, falta de apetite, perda rápida de peso e cansaço
Afeta os pulmões, embora possa acometer outros órgãos e sistemas, como os olhos
Fonte: OMS e Ministério da Saúde
As duas favelas deixaram para trás a Rocinha, antes conhecida como o maior foco de tuberculose do país, com 455 casos por 100 mil moradores em 2001 e taxas que se mantiveram acima dos 300 casos por 100 mil até recentemente. A favela de São Conrado, que atravessa uma turbulência em segurança, assiste à doença recuar. Um resultado que pode ser atribuído não só ao trabalho das equipes de saúde, mas também a obras como as do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que abriram ruas e ergueram prédios onde antes havia o “beco da tuberculose”, uma alusão ao fato de que a doença cresce em ambientes lúgubres e confinados. Hoje, indicam os números da Frente Parlamentar, são 179 doentes por 100 mil habitantes.
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Apesar disso, a Rocinha ainda faz parte de um cenário que está longe de ser o ideal. Assim como Manguinhos, Jacarezinho, Rio das Pedras, Cidade de Deus e as favelas dos complexos da Maré e do Alemão, centenas de casas precárias, amontoadas e sem ventilação, que mal recebem a luz do sol, continuam a oferecer risco, principalmente se considerado que, nesses lugares, o saneamento é quase inexistente. O caso é tão grave que, na Rocinha, a prefeitura prometeu abrir janelas ou basculantes em pelo 700 casas.
Dentro de uma mesma área, os números dançam de acordo com a intensidade do drama social. Enquanto as equipes dos atendimentos em domicílio na região de Manguinhos têm, em média, cinco pacientes em tratamento de tuberculose, a de Marcelo Costa, que atende moradores de rua, cuida de 29. O enfermeiro lembra que a população sem-teto tem até 67 vezes mais chances de contrair a enfermidade. São doentes difíceis de serem acompanhados, e alguns somem. No mesmo dia em que os agentes encontraram D. completamente alterada, eles perderam de vista uma senhora recém-diagnosticada, que costumava se abrigar próximo à Fiocruz, mas que desapareceu e está sem remédios. A violência também dificulta que os agentes visitem pacientes em dias de operações policiais ou quando há confrontos.
ONDE MAIS SE MORRE
Com tanta dificuldade, a letalidade é alta. O Rio é o estado do país que tem o maior coeficiente de mortes pela doença: foram cinco por grupo de 100 mil habitantes em 2016. E o município do Rio, segundo o Ministério da Saúde, é a segunda capital do Brasil com maior taxa de óbitos: 6,2 por 100 mil habitantes ano passado, atrás apenas de Recife, em Pernambuco (7,7/100 mil).
— Investimos muito e avançamos na atenção primária de saúde, onde são diagnosticados 76% dos casos de tuberculose. Mas não basta. A fuga do tratamento ainda é grande, muitas vezes por falta de informação. A escalada da doença na cidade do Rio, nos últimos anos, não é culpa do sistema de saúde, mas das condições de vida das pessoas. Envolve urbanismo, saneamento, políticas de habitação e assistência social — avalia o vereador Paulo Pinheiro (PSOL), presidente da Frente Parlamentar que trata do assunto na Câmara e que convocará, no fim de outubro, uma audiência pública sobre o assunto.
Coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, vinculado à Ensp/Fiocruz, Carlos Basilia observa que, para combater a doença, é preciso melhorar a atenção básica, e também intensificar intervenções urbanísticas e em moradias, ampliando ruas e reformando casas. Ele destaca também que é imprescindível melhorar o nível de informação sobre a doença. O estigma que recai sobre os pacientes, diz ele, ainda é enorme. Apesar disso, a tuberculoso tem cura e, com 15 dias de tratamento, o doente já deixa de transmiti-la.
— É uma doença que tem um custo catastrófico e um impacto negativo na economia familiar dos que adoecem, por causa do preconceito. Há quem ache que é preciso incinerar roupas e móveis dos pacientes. Há relatos de pessoas expulsas de comunidades pelo tráfico e de trabalhadores demitidos após o período de licença. As violações dos direitos são muitas — afirma Basilia.
Moradora da Rocinha, a agente comunitária Rita Schmit viveu tudo isso na pele e hoje ajuda outras pessoas. Ela, que perdeu a mãe de tuberculose, teve a doença duas vezes. Se dedica aos doentes com deficiência, que são mais vulneráveis por passarem muito tempo dentro de casa e concentram o maior índice de reincidência — na Rocinha, alguns tiveram tuberculose seis vezes. Ela diz que os imóveis do PAC salvaram vidas:
— Quem foi para esses prédios nunca mais teve tuberculose. Batalho há muito tempo por um projeto de moradia saudável. Não sou médica, mas a vida foi me especializando. Percebi claramente, no meu corpo, que melhores condições de sobrevivência salvam.

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