Marcelo Badaró Mattos reabre a discussão sobre o caráter particular do capitalismo brasileiro.
"As teses pecebistas foram criticadas desde os anos 1930, por forças políticas que se opuseram ao partido pela esquerda, mas não tiveram sucesso em construir uma influência de massas.[8] Nos anos 1960, uma das principais fontes de crítica e formulação alternativa surgiria de uma organização política marxista fundada em 1961, a Organização Revolucionária Marxista - Política Operária ...(mais conhecida como POLOP). Um dos elementos centrais da crítica da POLOP à leitura da realidade e ao horizonte estratégico do PCB era a avaliação de que a economia e a sociedade brasileira eram já completamente capitalistas e que, portanto, a revolução ou seria socialista ou não ocorreria. No entanto, a evolução e a dinâmica do capitalismo brasileiro apresentavam características distintas em relação aos países que primeiro se industrializaram. Tratava-se de um capitalismo que se desenvolveu de forma dependente em relação à acumulação de capital nas economias capitalistas que chegaram ao capitalismo no século XIX e se constituíram como potências imperialistas".
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