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A Sem Fronteiras, reinventada, agora é Roxo-forte

Primeiro de janeiro. Páscoa. Primavera. Segunda-feira. Solstício de inverno. 12/12/12. Amanhecer. Noite de lua cheia. Inferno astral. A cada quatro anos. Ou sete. Quando é tempo de se reinventar?

 

Faz mais de seis anos que tudo começou: um argentino e uma brasileirajornalistas, professores de idiomas, traduzindo para empresas de pesquisa de mercado. Depois de uns dois anos, muitas noites em claro e a chegada da nova sócia, também jornalista, passamos a nos dedicar exclusivamente à tradução. O portfólio de clientes se diversificou: comunicação, jornalismo, educação, entretenimento, artes, publicidade, design gráfico, turismo, sustentabilidade. Além disso, também traduzimos, desde 2008, livros de ficção e não ficção para várias editoras (somados, já são mais de quarenta), o que nos aproximou de maneira decisiva do mundo editorial. Viramos um quarteto já faz alguns meses, quando a novíssima sócia, uma linguista, se uniu à equipe. Numa tarde quente de janeiro, numa mesa de café (como não podia deixar de ser), tratamos, os quatro, de dar forma ao que já surgia, partindo de um compromisso: entregar textos impecáveis, fluidos, gostosos de se ler, prontinhos para publicação.

 

Quinta-feira, 28 de junho de 2012. Um dia qualquer de um mês qualquer de um inverno qualquer, uma lua qualquer num signo qualquer do zodíaco: a Sem Fronteiras, reinventada, agora é Roxo-forte. Porque já estava ficada pronta.

 

"Agora, eu, eu sei como tudo é: as coisas que acontecem, é porque já estavam ficadas prontas, noutro ar, no sabugo da unha; e com efeito tudo é grátis quando sucede, no reles do momento." — Guimarães Rosa

 

(Obrigada, querida Meg, por nos presentear com tão linda frase!)