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Clínica Terapêutica Viva

Você já parou para olhar pra dentro de si mesmo?

Os Males da Alma, são doenças emocionais de origem psicológica. Podem ter diversas razões e serem ocasionados p...or estresse, depressão ou ansiedade.

Parar um momento para se ver, nem sempre é tarefa fácil. Há quem negue estar doente e prefira seguir consolando-se apenas, como se tudo fosse uma tristeza passageira.

É claro que temos que lembrar que nem toda tristeza é depressão. Quem nunca teve um dia ruim, chato, cinza? Ou mesmo aquela sensação de ansiedade, que parece não ter fim, mas pode ser apenas um momento.

O importante a saber, é que se toda dor permanece, a ponto de interferir na sua vida pessoal, outros sintomas podem surgir e evoluir para algum transtorno emocional.

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Por menos que conheçamos as pessoas, podemos perceber por convivência, quando algo não vai bem com alguém. Podem não aparentar doença, estar convivendo socialme...nte, mas definitivamente existe uma expressão diferente no olhar, um desassossego, uma dor que antes não estava ali.

As doenças de origem emocional podem explicar muitos desses sofrimentos. São chamadas de Males da Alma e podem acontecer em qualquer idade por variados motivos.

Os Males da Alma podem ser diagnosticados. A busca do equilíbrio emocional, trás conforto e bem estar de acordo com as necessidades genuínas de cada um.

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tamo junto casão

Comentarista da TV Globo conta que tinha necessidade de relatar período de dependência química e que há luz no fim do túnel, mas alerta: 'É longo'
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REFLEXÃO

Vocalista foi encontrado morto em seu apartamento, em SP, em 6 de março. Resultado de exame será anexado ao inquérito da Polícia Civil de SP.
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Explicar as relações e mitos existentes entre drogas lícitas e ilícitas são alguns dos objetivos buscados pelo grupo de Atenção à Saúde e Desenvolvimento Humano da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal de Alagoas. Há dois anos, professores e alunos tentam explicar uso e correlações existentes entre álcool, cigarro e maconha. As pesquisas comprovam que o número de usuários da maconha triplicou em dez anos.

Os dados foram obtidos a partir uma de pesquisa feita ...pelo professor José Áureo Torres, no ano de 2006, onde foram entrevistados 1.446 estudantes do primeiro semestre da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o que representava 44% dos recém-matriculados na instituição. Eles responderam ao questionário baseado no Cage, sobre o uso de álcool, maconha e cigarro, além dos motivos que os fizeram consumi-los pela primeira vez. A pesquisa apontou que 87,6% dos jovens entrevistados já haviam, ao menos uma vez, consumido alguma dessas substâncias.

Só nos anos de 2011 e 2012 esses dados foram recuperados e chegaram a publico no Congresso Interpsiquis, que apesar de virtual, tem sede em Madrid e concentra cerca de 250 mil profissionais com trabalhos voltados para a psiquiatria.

Entre os resultados obtidos, ficou constatado que a maconha é a droga ilícita mais usada no ambiente universitário. Cerca de 7,3% dos entrevistados já haviam a consumido alguma vez na vida; destes, 2,5% haviam usado a droga nos últimos 30 dias. A maior parte dos usuários ainda relatou que usam maconha juntamente com álcool, representando 6% do universo entrevistado.

“Apesar de poder causar danos graves para a saúde mental e física dos usuários, a maioria considera maconha droga leve, aceita por boa parte da sociedade sem grandes preconceitos. Por isso, o consumo da droga triplicou em cerca de uma década entre estudantes. Muitos acreditam que são usuários esporádicos, sem reconhecer a necessidade de intervenção para interromper o seu uso”, relata Vitor Sousa, um dos alunos integrantes da linha de pesquisa Desenvolvimento Humano: saúde, acidentes, violência e uso de drogas, sob orientação da professora e médica Divanise Suruagy.

Ele ainda relata que o maior consumo da Canabis sativa, espécie a que pertence a maconha, se dá entre os estudantes que já estão empregados. Eles a utilizam como forma de fuga do estresse provocado pela jornada cansativa e insatisfação com o trabalho, além das aulas na universidade. “Chega-se então à maconha a partir da droga lícita, o álcool. Já que ela possui também um preço baixo, tem uma aceitação maior na sociedade entre as drogas ilícitas existentes, tornando fácil o acesso a elas”, observa Vitor.

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Interação de enzimas e outras substâncias corporais são afetadas. Ao menos 5 mil medicamentos vendidos têm efeitos alterados pelo álcool.

Ingerir bebida alcoólica enquanto há uso de medicamentos pode ser mais perigoso do que se imagina, afirma um estudo divulgado nesta quinta-feira (16) no jornal científico “Molecular Pharmaceutics”.

De acordo com os pesquisadores, o álcool pode aumentar em até três vezes a dose original de medicamento e seu efeito no corpo.

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Segundo Christel Berstrom, autor do estudo, o álcool pode alterar a interação de enzimas e outras substâncias corporais quando entra em contato com ao menos 5 mil medicamentos disponíveis no mercado, vendidos com ou sem prescrição médica.

Alguns desses remédios não se dissolvem totalmente no trato gastrointestinal – especialmente no estômago e no intestino. Os pesquisadores testaram então se com o álcool, essas drogas poderiam se dissolver mais facilmente e descobriu-se que a combinação intensificava o efeito do medicamento.

Foram testados 22 remédios e 60% deles apresentaram mostras que teriam os efeitos superdimensionados. Alguns tipos de substâncias, principalmente as ácidas, são as mais afetadas – como o anticoagulante varfarina ,o tamoxifeno, usado para tratamento de cânceres e o naproxeno, responsável por aliviar dores e inflamações.

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Em 31 dias, 4.120 benefícios previdenciários do tipo foram registrados pelo governo federal, uma média de cinco afastamentos por hora.

O levantamento feito pelo iG Saúde nos bancos de dados do Ministério da Previdência Social mostra que o aumento é anual e gradativo. Entre 2006 e 2011, o crescimento acumulado de licenças nesta categoria foi de 69,9%, pulando de 24.489 para 41.534 no último ano.

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Na comparação, os afastamentos por dependência química cresceram mais do que o dobro da elevação registrada de postos de trabalho com carteira assinada no País. Enquanto os empregos formais tiveram alta de 6% entre 2010 e 2011 (segundo o IBGE), as licenças deste tipo ampliaram 13,9% no mesmo período.

INSS

O álcool é a locomotiva do aumento, sendo a droga que mais aparece como responsável por afastar do trabalho por mais de 15 dias médicos, advogados, funcionários da construção civil, professores e todos outros empregados com carteira assinada. Em seguida, probleas com cocaína, maconha e medicamentos calmantes são apontados como motivos para os afastamentos.

Para o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência, Cid Pimentel, a ampliação de licenças por uso compulsivo de substâncias entorpecentes evidencia três fenômenos: “Há um evidente aumento do consumo de drogas pelos brasileiros e isso repercute, de forma devastadora, no desempenho profissional”, diz.

“Mas há também uma maior sensibilização por parte das empresas em reconhecer a dependência química como uma doença e não mais como uma falha de caráter. Outra influência no aumento é o fato da notificação estar mais precisa. Antes os casos ficavam escondidos”, explica Pimentel.

A vendedora Alice, 20 anos – atualmente em tratamento em uma clínica de reabilitação particular – confirma que bebeu durante o expediente por anos até ser convidada pelo chefe a buscar ajuda especializada. Acredita que muitos clientes sentiam o cheiro etílico das doses de pinga e cerveja, que começava a beber às 10h.

“Meu chefe falou comigo. Disse que me daria todo apoio caso eu procurasse ajuda médica e que poderia voltar a trabalhar depois de recuperada. Eu aceitei a oferta, pedi licença médica de três meses, mas tenho medo de não ter mais trabalho quando sair.”

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A palavra abstinência vem do ato de se abster de algo, qualquer coisa, podem ser de comida, cigarro, drogas e outros. O termo abster significa conter-se, privar-se ou renunciar. Quem está em tratamento da dependência química, está também renunciando o consumo da substância, drogas ou alcool.

A falta dessa substância no organismo pode provocar na pessoa uma alteração do comportamento e até sintomas físicos, sendo chamada síndrome de abstinência.

A síndrome de abstinência é um ...

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