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A Câmara de Rio Maior e a Junta de Freguesia de São João da Ribeira e de Ribeira de São João assinaram um protocolo que vai possibilitar ao município avançar com a reabilitação da Casa Poeta Ruy Belo, localizada em São João da Ribeira. A câmara pretende candidatar essa intervenção a fundos comunitários.

É também intenção do município incluir a futura Casa Museu Ruy Belo num circuito europeu do património cultural e artístico, atraindo aquele espaço todos os interessados em saber mais sobre a vida e obra do autor, natural de São João da Ribeira, que faleceu em 1978.

Câmara de Rio Maior assume responsabilidade pelas obras no edifício onde nasceu o poeta, em São João da Ribeira.
omirante.pt
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NOV27
Sun 5:00 PM UTCBiblioteca Municipal Almeida GarrettPorto, Portugal
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Com a participação de Teresa Belo, Luís Miguel Cintra, Fernando Pinto do Amaral e Fernando Centeio, o poeta Ruy Belo vai ser alvo de uma homenagem na próxima edição do Porto de Encontro. A sessão realiza-se no próximo domingo, dia 27, às 17 horas, no auditório da Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, e tem entrada livre.

http://comunidade.jn.pt/…/porto-recebe-homenagem-a-ruy-belo…

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Este sábado no Fólio, em Óbidos, é dedicado a Ruy Belo e à sua obra. Nuno Costa Santos recorda palavras-chave do poeta, numa memória através dos versos.
observador.pt

"Ruy Belo, se fosse vivo, estaria hoje em Óbidos "como peixe na água", acredita Teresa Belo, viúva do poeta que o Folio -- Festival Literário homenageia com um dia dedicado à vida e obra do autor."

Um dos passeios que mais gosto de dar é ir a esposende ver desaguar o cávado. Existe lá um bar apropriado para isso. Um rio é a infância da água. As margens, o leito, tudo a protege. Na foz é que há a aventura do mar largo. Acabou-se qualquer possível árvore genealógica, visível no anel do dedo. Acabou-se mesmo qualquer passado. É o convívio com a distância, com o incomensurável. É o anonimato. E a todo o momento há água que se lança nessa aventura. Adeus margens verdejantes,... adeus pontes, adeus peixes conhecidos. Agora é o mar salgado, a aventura sem retorno, nem mesmo na maré cheia. E é em esposende que eu gosto de assistir, durante horas, a troco de uma imperial, à morte de um rio que envelheceu a romper pedras e plantas, que lutou, que torneou obstáculos. Impossível voltar atrás. Agora é a morte. Ou a vida.

Ruy Belo; Homem de Palavra[s]

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Segunda edição do Festival Literário Internacional de Óbidos:

"Um dos dias do festival literário de Óbidos será dedicado a Ruy Belo. Entre as várias iniciativas de homenagem do poeta e ensaísta, que morreu em 1978, conta-se a exibição de um documentário de Nuno Costa Santos e Fernando Centeio, uma exposição de fotografia da autoria de Duarte Belo, filho do poeta, e uma intervenção de António Feijó.

De modo a celebrar o poeta, serão também lidos vários poemas, nomeadamente por Luís Miguel Sintra. João Soares, que esteve presente na conferência de imprensa desta terça-feira, mostrou-se também disponível para ler um poema, “em jeito de homenagem a Ruy Belo e à minha mãe, que era sua amiga”. “Ela costumava ler muitos poemas de Ruy Belo”, lembrou o ministro da Cultura no final da apresentação."

A segunda edição do Festival Literário Internacional de Óbidos será dedicado à "Utopia", de Thomas More, que celebra 500 anos. Mas há mais, muito mais, incluindo um Prémio Nobel da Literatura.
observador.pt

"Fui a casa do poeta que mais amo, Ruy Belo. É aqui, Monte Abraão. Vi um ninho, um mundo, outra galáxia. Lá fora, os prédios que se vêem a azul, e depois o almoço num largo chamado 25 de Abril. Hoje fui muito feliz. Não cabe em mim tudo o que se meteu em mim. Só saberei o que foi à medida que respirar."

Anabela Mota Ribeiro

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Anabela Mota Ribeiro

Fui à casa do poeta que mais amo, Ruy Belo. É aqui, Monte Abraão. Vi um ninho, um mundo, outra galáxia. Lá fora, os prédios que se vêem a azul, e depois o almoç...o num largo chamado 25 de Abril. Hoje fui muito feliz. Não cabe em mim tudo o que se meteu em mim. Só saberei o que foi à medida que respirar.

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Carlos Vaz Marques

[Ruy Belo, in País Possível]

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Teresa Belo, mulher do poeta Ruy Belo, encontrou na Cinemateca um filme do seu casamento. Contou aos amigos e daí até à organização de uma sessão de homenagem e recordação do “Homem de Palavras” foi um passo. Na noite de segunda-feira,dia 28, no cinema Monumental, a sala quase encheu para vermos um…
semanal.omirante.pt
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Eu sei que Deanie Loomis não existe
mas entre as mais essa mulher caminha
e a sua evolução segue uma linha
que à imaginação pura resiste

...

A vida passa e em passar consiste
e embora eu não tenha a que tinha
ao começar há pouco esta minha
evocação de Deanie quem desiste

na flor que dentro em breve há-de murchar?
(e aquele que no auge a não olhar
que saiba que passou e que jamais

lhe será dado a ver o que ela era)
Mas em Deanie prossegue a primavera
e vejo que caminha entre as mais

Ruy Belo

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No dia em que o cinema Medeia Monumental acolhe em Lisboa uma sessão dedicada à relação da poesia de Ruy Belo com a sétima arte, que encerrará com a exibição de Esplendor na Relva, o PÚBLICO revela o manuscrito original do célebre soneto que o filme de Elia Kazan inspirou ao autor de Homem de Palavr…
publico.pt
Sessão especial no Monumental, em Lisboa, celebra o profundo impacto do cinema na obra do poeta de Esplendor na Relva.
publico.pt

Sessão especial: RUY BELO. ‘TALVEZ UM DIA EU ENTRE NO CINEMA’*
28 de Setembro, às 21h00, no cinema Medeia Monumental

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Medeia Filmes

Sessão especial: RUY BELO. ‘TALVEZ UM DIA EU ENTRE NO CINEMA’*.Depois do sucesso da sessão dedicada à relação da poesia de Herberto Helder com o cinema, a Medei...a Filmes propõe, no próximo dia 28 de Setembro, às 21h00, no cinema Medeia Monumental, um programa especial sobre a relação de outro dos maiores poetas portugueses do século XX, RUY BELO, com o cinema. Este programa, que contará com o actor Pedro Lamares na leitura dos poemas e com uma intervenção do ensaísta e professor António M. Feijó intitulada “A Deanie Loomis de Ruy Belo”, será completado com dois filmes: um pequeno filme familiar do professor Luís Filipe Lindley Cintra, com Ruy Belo e Teresa Belo, “O LUGAR ONDE O CORAÇÃO SE ESCONDE”, verso do poema “Vila do Conde”, onde foi filmado, e ESPLENDOR NA RELVA de Elia Kazan, que, como escreveu João Bénard da Costa, exerceu sobre Ruy Belo “uma paixão tão devastadora como a que no filme Deanie Loomis (Natalie Wood) e Bud Stamper (Warren Beatty) tiveram um pelo outro”.
O bilhete para o programa completo já está à venda e tem o custo de 3€!

* “Sim pode ser talvez um dia eu entre no cinema como quem entra decididamente num país” Ruy Belo, "Meditação Anciã", in Toda a Terra, 1976

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