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Aconteceu de fato, gente: sonhei que estava com uma rapaziada bacana, tentando entender como era o alojamento comunitário onde a gente estava, como é que a gente ia comer, e como ia lidar com toda a programação. Só ao acordar entendi: estava sonhando que tinha ido ao FÓRUM SOCIAL MUNDIAL.

Não, não vou poder ir pessoalmente, mas recomendo! Outra hora escrevo sobre o papel que o movimento "altermundista" ( = "um outro mundo é possível") teve na resistência à ofensiva neoliberal dos anos 90 e no estabelecimento da onda progressista no "Sul do Mundo" entre 2000 e 2014... Sempre fui um "participante remoto" do FSM, a vida nunca me proporcionou estar em um fisicamente - mas vão lá e eu me sentirei participando através de vocês! [Ralf Rickli]

MAR13
Mar 13 - Mar 17Salvador, BA, Brazil
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50 obras essenciais sobre o Brasil para baixar de graça!
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A Coleção tem como base os temas gerais definidos por Darcy Ribeiro: O Brasil e os brasileiros; Os cr...onistas da edificação; Cultura popular e cultura erudita; Estudos brasileiros e Criação literária. Reúne obras literárias e também científicas produzidas no Brasil e sobre o Brasil a partir do século XVI. Dentre os autores destacamos Hans Staden, que apresenta a primeira obra publicada sobre o Brasil em 1564, Manuel Bonfim, Alcantara Machado, Euclides da Cunha, Joaquim Nabuco, Silvio Romero, Visconde de Taunay, Rui Barbosa, Capistrano de Abreu, Lima Barreto, entre outros.
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revistaprosaversoearte.com|By Prosa, Verso e Arte
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Ralf Rickli

FOUCAULT ‘FALA’ EM 1976 SOBRE A FALSA CIÊNCIA DA SEXUALIDADE, JÁ DENUNCIADA POR KINSEY 20 ANOS ANTES, QUE 40 ANOS DEPOIS OS EVANGÉLICOS SE EMPENHAM EM RESSUSCIT...AR *

“Pelo menos até Freud, o discurso sobre o sexo - o dos cientistas e dos teóricos - não teria feito mais que ocultar continuamente o que dele se falava. [...] Era ... uma ciência essencialmente subordinada aos imperativos de uma moral, cujas classificações reiterou sob a forma de normas médicas. A pretexto de dizer a verdade, em todo lado provocava medos; atribuía às menores oscilações da sexualidade uma dinastia imaginária de males fadados a repercutirem sobre as gerações; [...] no final dos prazeres insólitos colocou nada menos do que a morte: a dos indivíduos, a das gerações, a da espécie.

Vinculou-se, com isso, a uma prática médica insistente e indiscreta, volúvel no proclamar suas repugnâncias, pronta a correr em socorro da lei e da opinião dominante; mais servil ante as potências da ordem do que dócil às exigências da verdade. Involuntariamente ingênua nos melhores casos e voluntariamente mentirosa nos mais frequentes. [...]

Quando se compara tais discursos sobre a sexualidade humana com o nível, na mesma época, da fisiologia da reprodução animal ou vegetal, a defasagem é surpreendente. Seu fraco teor, e nem mesmo falo de cientificidade, mas de racionalidade elementar, coloca-os à parte na história dos conhecimentos. O sexo, ao longo do século XIX, parece inscrever-se em dois registros de saber bem distintos: uma biologia da reprodução desenvolvida continuamente segundo uma normatividade científica geral, e uma medicina do sexo obediente a regras de origens inteiramente diversas.

Entre uma e outra, nenhum intercâmbio real; [...] a primeira desempenhou apenas, em relação à outra, uma espécie de garantia longínqua, e ainda assim bem fictícia [...], sob cujo disfarce os obstáculos morais, as opções econômicas ou políticas, os medos tradicionais podiam-se reescrever num vocabulário de consonância científica. Tudo se passava como se uma resistência fundamental se opusesse à enunciação de um discurso racional sobre o sexo humano. [...] Por trás da diferença entre a fisiologia da reprodução e a medicina da sexualidade seria necessário ver algo a mais do que um progresso desigual [...]: uma diria respeito a essa imensa vontade de saber que sustentou a instituição do discurso científico no Ocidente, ao passo que a outra corresponderia a uma vontade obstinada de não-saber.”

* FOUCAULT, M. “História da Sexualidade I: a vontade de saber”, p.54-55. 3ª edição. Rio de Janeiro: Graal, 1977. -- Admito que há uma certa hipersimplicação na formulação do título que atribuí a este trecho, mas se trata apenas de uma espécie de zoom-out que faz as coisas parecerem mais próximas do que realmente estão, sem porém falsear a relação entre elas, apenas facilitando sua apreensão. [Ralf Rickli]

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IMPERDÍVEL! ESTE É O MELHOR ARTIGO QUE EU JÁ VI SOBRE A PARTICIPAÇÃO AFRICANA NA CONSTRUÇÃO DA CULTURA MUNDIAL EM SEUS MAIS ALTOS NÍVEIS. Eu já havia pesquisado... e escrito sobre o ganês Anton Amo, mas nunca havia encontrado uma análise tão detalhada do seu pensamento - nem havia ouvido falar do etíope Zera Yacob. Para ler e guardar!

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RESUMO Os ideais mais elevados de Locke, Hume e Kant foram propostos mais de um século antes deles por Zera Yacob, um etíope que viveu numa caverna. O ganês Anton Amo usou noção da filosofia alemã antes de ela ser registrada oficialmente. Autor defende que ambos tenham lugar de destaque em mei...
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Ralf Rickli

VAMOS FALAR HONESTAMENTE:

(1) É claro que a maconha tem que ser descriminalizada, do mesmo modo que o álcool não deve ser criminalizado - apesar de não ser inof...ensivo.

(2) Estamos carecas de saber que a maconha serve de medicamento - mas medicamento é pra quem tá doente. Maconha não é bom pra tudo; apenas, na dose e forma certa, para algumas patologias específicas.

(3) Em uso regular por gente que não sofre dessas patologias, a maconha é uma fábrica de sonhadores impotentes, de gente incapaz de ação suficientemente concreta, direcionada e continuada para fazer diferença positiva na vida individual e social. No resultado final, UMA TREMENDA FÁBRICA DE BABACAS.

Palavra de quem foi usuário por dez anos (interrompidos há 32) e, mais tarde, atento educador de jovens por pelo menos 15 anos. [Ralf Rickli]

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FUNDAMENTANDO HISTORICAMENTE:
CONSCIÊNCIA HUMANA TEM COR, SIM SENHOR!
- clique abaixo para ver o texto completo

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Ralf Rickli to Casa do Túlio que foi à África

FUNDAMENTANDO HISTORICAMENTE:
CONSCIÊNCIA HUMANA TEM COR, SIM SENHOR!
- Ralf Rickli, novembro de 2017

EPÍGRAFE 1: “Numa sociedade racista, não basta não ser rac...ista. É preciso ser antirracista.” ANGELA DAVIS

EPÍGRAFE 2: “Minha proposta no mês da Consciência Negra é chamar a todos os não negros que reflitam publicamente sobre a educação racista que receberam. Quando foi que perceberam que havia um plano diabólico e separatista envolvendo suas vidas? E o que vão fazer pra limpar a própria barra? É isso mesmo, se não se pronunciam, é natural que pensemos que todos os brancos são racistas, a não ser que estes mesmos provem que não. ... É urgente. Quem diz é nossa antiga gente: se posicione pois quem cala consente.”
ELISA LUCINDA, em “Convocação à luz dos novos tempos”, em 20/11/2017 em sua página no Facebook.

* * *
De acordo com os testemunhos históricos não há por que dizer que a Europa fosse “mais desenvolvida” que a África até o século XV: eram estilos de vida diferentes, em boa parte condicionados pelas diferenças de clima - e na qualidade de vida da população comum, dá pra apostar que os africanos estavam melhor.

Na costa oriental, ricas cidades portuárias comerciavam já há muito com a Índia, Indonésia, até a China, antes que os europeus (começando justamente pelos portugueses) se lançassem por primeira vez à navegação oceânica, em navios bem mais precários que os do Oriente, porém com um diferencial: por primeira vez navios levavam canhões.

Foi como uma invasão alienígena: onde aportavam, os branquinhos esquisitos declaravam sua posse do local e destruíam a bala de canhão as cidades que não aceitassem exclusividade comercial com eles, sob suas condições. Em poucas décadas, as milenares redes comerciais que atravessavam o continente estavam destruídas (a miserabilização do continente começou aí) e não se encontravam mais mercadorias africanas pra comprar ou piratear... a não ser... as próprias PESSOAS africanas e sua força de trabalho.

Mas... pessoas humanas poderiam ser tratadas como mercadoria? Ora, isso não seria problema: luminares do pensamento religioso europeu logo “esclareceram” que pessoas africanas NÃO ERAM humanas: “não tinham alma”.

E à medida em que o pensamento religioso foi cedendo lugar ao científico, não faltaram “cientistas” dispostos a forjar todo tipo de “prova” da não humanidade dos negros - o que chegou ao auge há pouco mais de cem anos, quando livros de divulgação científica, INCLUSIVE ESCOLARES, continham frases assim: “O cérebro de um negro adulto equivale ao de um feto branco de sete meses”; “[Os negros] estão abaixo de certos macacos na escala da evolução”, ou “Todos os estudos [sobre o negro] comprovam sua natureza caracteristicamente símia” - esta última em um panfleto intitulado “PROVAS BÍBLICAS E CIENTÍFICAS DE QUE O NEGRO NÃO É PARTE DA RAÇA HUMANA”. (Fontes? Consultem em Basil Davidson, “Revelando a velha África” - entre muitos outros).

Gênios negros como o jurista e filósofo Anton Amo (sequestrado na África aos 3 anos e criado na Alemanha) e o poeta brasileiro Cruz e Souza foram psicológica e economicamente triturados nessas campanhas, pois NÃO PODIAM ser o que eram: negros portadores de uma consciência humana avançada.

E agora, quando mais e mais negr@s começam a se levantar e dizer: “Não estamos nem aí se vocês brancos se recusam a admitir (na teoria ou na prática) que nós somos da mesma espécie que vocês, o fato é que nós TEMOS CONSCIÊNCIA. Consciência, para começar, da nossa humanitude e do nosso valor. E com total autonomia: vocês endossarem ou não a nossa humanitude não faz a menor diferença para nós: NÓS SOMOS. Humanos negros. E não deixaremos de ser.”

... Aí, nesse dia, brancos aparecem bonzinhos dizendo: “o que é isso, gente, a humanidade é uma só, por que esse papo de uma consciência negra diferenciada, isolacionista?” - fazendo de conta que não foram eles, os brancos, que SE isolaram dizendo que só eles eram humanos, só eles eram capazes de consciência. Dá pra aguentar, gente?

Quem está escrevendo aqui tem entre 1/16 e 1/32 de genética negra em seu corpo, frações desconhecidas de genética indígena e árabe, e um predomínio de genética europeia - mas dá pra estranhar que, quando falo, minha consciência acabe optando por se identificar quase integralmente com o que há de não-branco em mim?

Isso é pra não morrer de vergonha, gente. Pois a não ser em caso de ignorância histórica ou de falta de caráter mesmo, é impossível que a manifestação central da CONSCIÊNCIA HUMANA num branco tenha outra forma que não a da vergonha.

TENTANDO SUMARIZAR A QUESTÃO DA CONSCIÊNCIA HUMANA EM PRETO E EM BRANCO: a consciência humana é uma CAPACIDADE.

De que conteúdo essa capacidade se preencherá caso se manifeste no contexto de um corpo negro? Suponho que algo como “O quanto roubaram dos meus - e consequentemente de mim! Mas isso NÃO impedirá, nem a mim nem aos meus, de realizarmos os potenciais humanos tão plenamente como qualquer outro humano possa realizar. E de lutar com todos os recursos que forem necessários para que não nos roubem mais”.

De que conteúdo essa capacidade PRECISA se preencher num corpo branco, caso não se queira continuar no caminho de desenfreada BESTIALIZAÇÃO PREDATÓRIA pelo qual os brancos enveredaram há alguns séculos? Acho que algo assim: “Estou consciente de que nós brancos não teríamos chegado à atual posição de vantagem em relação aos outros povos se não tivesse sido à custa do suor, sangue e lágrimas dos negros; de outros povos também, mas de modo especial dos negros, pelo volume, duração e sistematicidade do processo. É dever de consciência lutar com os da minha própria cor para que essa exploração e suas consequências deixem de existir - e mais: reconhecer ainda (o lugar de fala!) que se tem coisa que meus antepassados brancos NÃO me legaram é a condição moral de dizer aos negros como é que eles devem pensar, falar, viver e lutar”.

Acho que é isso aí. Em nome de minha trisavó Floriana Rosa do Espírito Santo, nascida escrava, em caráter de afirmação - e de meu bisavô Johann Ulrich Rickli, missionário evangélico na África antes de vir para o Brasil, em caráter de reconhecimento de um equívoco & de tentativa de reparação.

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Querid@s amig@s, neste pequeno texto questiono a pertinência ou não deste meu livro no contexto de 2017. Contém também a sinopse e o link dos cinco "fascículos virtuais" em PDF, em que o livro está disponível na internet, sem custo. Convido a darem uma espiada!

Querid@S Amig@S, in this small text I question whether or not my book in the context of 2017. Also contains the synopsis and link of the five "Virtual published" in PDF, in which the book is available on the internet Cost. I invite you to take a peek!
Translated
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Ralf Rickli to Casa do Túlio que foi à África

O LIVRO “O DIA EM QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA”
em 1994 e na Primavera Preta de 2017
- Ralf Rickli

Em seis décadas de vida, não tenho lembrança de ter visto na...da semelhante a 2017 em termos de expansão da consciência negra na sociedade brasileira: uma movimentação riquíssima, com muitas facetas e em muitos níveis, na qual a própria existência de tensões internas não deveria ser vista como fraqueza e sim como sinal de vitalidade e potência. Uma Primavera Preta - me sinto tentado a dizer - sem nenhuma certeza de que a expressão é apropriada, inclusive porque uma das questões centrais nesse borbulhamento tem sido a do LUGAR DE FALA, discussão incômoda porém necessária e legítima.

Em 2014 um órgão público mostrou interesse em publicar uma edição atualizada de “O dia em que Túlio descobriu a África”, um livro sobre história das civilizações africanas destinado ao público brasileiro não acadêmico que eu havia escrito em 1994. Dediquei meses de esforço a essa atualização, mas, atropelada por problemas políticos, a edição impressa acordada acabou não saindo. Em face disso, em novembro de 2016 eu mesmo lancei uma edição exclusivamente virtual, gratuita, em cinco fascículos PDF que somam cerca de 400 páginas.

Um ano depois, no entanto, me confesso relutante em insistir na promoção desse material - justamente por estarmos em meio a essa tremenda erupção de consciência da potência de autonomia do povo preto brasileiro. Não parece cair bem, neste contexto, um livro sobre África escrito por alguém que, EMBORA TAMBÉM AFRODESCENDENTE, não o é em medida reconhecível pela pele, cabelo e traços - sendo que a violência do racismo se manifesta justamente diante da pele, cabelo e traços, e não diante de um conteúdo genético invisível a olho nu nem de uma identificação do coração e mente com essa ancestralidade invisível.

Confesso que, se “o Túlio” já não existisse há mais de duas décadas, eu preferiria deixar de escrevê-lo e sugerir a jovens negros que escrevessem materiais com a função para a qual ele foi concebido. Teria prazer em contribuir com a pesquisa de fontes e dados, e dialogar sobre a comunicabilidade do texto (visto a experiência que tenho na área), mas sem assumir o protagonismo autoral.

Acontece que a situação era bem diferente em 1993-94, quando fui provocado a escrevê-lo e aceitei o desafio. Naquele momento eu era uma das poucas pessoas no Brasil que havia lido Cheikh Anta Diop, com quem havia topado em 1991, e desde então vinha apresentando sempre que possível sua perspectiva e a de outros autores afrocentrados, ao mesmo tempo em que tentava me conectar a outros pesquisadores da causa frequentando o NEINB - Núcleo de Estudos Interdisciplinares do Negro Brasileiro, na USP.

Naqueles anos pré internet a obtenção dos dados foi árdua. Pronto o texto, nenhuma editora punha fé na temática - inclusive porque a Lei 10.638 só viria nove anos mais tarde. A muito custo foram impressos 300 exemplares em 1997, dos quais resta só um na minha mão. Os outros se espalharam por aí e cumpriram sua função: colecionei, emocionadamente, depoimentos de jovens que disseram que sua perspectiva e seus propósitos de vida foram influenciados decisivamente pela leitura desse primeiro “Túlio”.

A versão atual foi imensamente aperfeiçoada com as possibilidades abertas pela internet; condensa centenas de horas de pesquisa bibliográfica realizada em cinco idiomas. Então... apesar das ressalvas que eu mesmo apresentei acima, talvez não seja um pecado tirar proveito de que tal trabalho esteja aí realizado e colocado à disposição de todos gratuitamente - no que sempre entendi como um tributo prestado amorosamente à nossa ancestralidade comum.

Enfim, manos & manas, posicionem-se como quiserem, e se quiserem o livro está aí, nos cinco fascículos com sinopses e links a seguir:

O DIA EM QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA
- um livro para jovens, para professores e pra todo mundo

I - A DESCOBERTA
Em crise após um “enquadro” policial violento e preconceituoso, o jovem Túlio se vê levado pelo africano Idrissa Traorê a uma viagem no espaço e no tempo, passando inicialmente pela Dakar atual e várias cidades dos antigos impérios de Ghana e do Máli. https://tr.im/Tulio1

II - NA CAUDA DO COMETA
Na Universidade de Sankorê, em Tombúctu, Túlio participa da abertura do CONPAFRATE (Congresso Pan-Africano Através do Tempo e do Espaço), organizado pela ACORDA (Associação pela Consciência da Relevância da África), onde trava conhecimento com personalidades notáveis da diáspora procedentes de diversos países e séculos, igualmente convidadas a um mergulho em sua história ancestral. https://tr.im/Tulio2

III - ATÉ A MAIS PROFUNDA RAIZ
Túlio e companheiros de viagem conhecem os centros de arte rupestre no meio do Saara fértil de há 10 mil anos, e em seguida, aos pés das pirâmides do Egito no século de sua construção, assistem a uma ampla explicação do Prof. Dr. Cheikh Anta Diop sobre as origens africanas da humanidade e da civilização. https://tr.im/Tulio3

IV - DA IMPERATRIZ CANDACE AO IMPÉRIO DO RAS TAFÁRI
Os viajantes passam pelo Reino de Kush no primeiro século AC, quando sua capital Meroé era a maior produtora de ferro do mundo. No alto do Monte Kilimandjaro são apresentados à civilização portuária suahíli e seu comércio com o Oriente até a violenta chegada dos portugueses. Em seguida visitam a Etiópia e conhecem sua surpreendente e multifacetada história. https://tr.im/Tulio4

V - UM RAIO DE SOL CRUZA O ATLÂNTICO
Os viajantes se reúnem em Luanda, Angola, onde - somente depois de seguros de sua grandeza histórica - debatem os dramas da escravização e de suas consequências, com os olhos postos na sua superação, de onde Túlio volta ao Brasil “de carona num raio de sol”. O fascículo contém ainda a bibliografia e um texto que explica as motivações e opções do autor na escrita do livro. https://tr.im/Tulio5
* * *

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O pensamento-discurso vigoroso, denso e certeiro de Allan da Rosa, hoje num trajeto imperdível, embora doloroso!

The vigorous, dense and accurate thinking of Allan Da Rosa, today in an unmissable path, though painful!
Translated
Ralf Rickli shared Allan da Rosa's post to the group: Casa do Túlio que foi à África.

O pensamento-discurso vigoroso, denso e certeiro de Allan da Rosa, hoje num trajeto imperdível, embora doloroso!

Allan da Rosa

#CoisadePreto era ser ‘desordeiro e periculoso’, e aí um pretexto pro apartheid que barrava negros no Parque da Luz, na Rua Direita e noutras paragens finas da ...antiga SP. Coisa de Preto a ‘incapacidade de disciplina, concentração e respeito ao patrão’, como firmou uma pseudo-ciência e uma nova classe mandante no Brasil, dona da grana do café paulista, pra basear o branqueamento do país e a interdição a negros nas vagas das fábricas, após o 13 de maio. Coisa de Preto foi pretexto, durante décadas de nosso futebol, pros craques terem carteirinha de jogador mas não de sócio nos clubes, já que correr, gingar e suar num campão era da ‘natureza do corpo negro’, mas sentar no salão e nadar na mesma piscina dos barões, não. Coisa de preto foi a senha nas colônias africanas pras provas, avaliações de postura e juras assinadas de quem nunca mais falasse as línguas nativas, condições pra se tornar "cidadão assimilado”, digno dos modos ‘civilizados’ europeus, enfim gente mais ou menos confiável, mesmo que de segunda classe. Coisa de Preto era a suposta incapacidade de controlar ímpetos animalescos, inclusive ou principalmente sexuais, propalada em jornais, teses acadêmicas e congressos, baseando linchamentos, forcas, casas incendiadas e encarceramento de negros, como no sul dos EUA, por exemplo.
De um lado um dito cristianismo, de outro um racionalismo anticlerical. Em comum aos dois, o apoio ao terror racista que construiu nossas nações atuais. Cada elemento e instituição dos “tempos modernos” se fundou tendo a Coisa de Preto como avesso e degrau a se limpar, superar ou aniquilar, como espelho a excomungar. O Direito, as noções de Cidade, Escola e Arte, as concepções de Pessoa, Autonomia e História, os ideais de Saúde, Sexualidade e Política. Todo o esqueleto ideológico da modernidade estruturado pela branquidade mesclou moralidade, medo e atração, repulsa e desejo, piedade e violência como projetos de estado e montou não apenas nas costas e nos calos das mãos, mas também na mente chupinhando, distorcendo e desqualificando corpo, linguagens, histórias, sistemas e cotidianos pretos. Assim, o que para alguns hoje aparece como ‘fragmentos pós-modernos’ pode ser também o questionamento das bases disso tudo que se tem como ‘moderno’. Isso se quisermos usar esses termos que provavelmente nem nos contemplam.
Necessário abrir pensamentos para além do moralismo ao se discutir racismo. Propormos que a estrutura toda bolada por essas canetas, imagens e leis da branquidade histórica, alastrada dos palacetes aos cortiços, do elevador engravatado aos barracos de pau, vai além de superioridade moral daqui ou de lá e acolá. E num país que já deu todas as provas que estruturalmente nos repele e que, contraditoriamente, somos, formamos e giramos, como lidar com o dilema ancestral da encruzilhada, com essa ‘dupla consciência” pessoal, comunitária, de estar entre raça e nação?
Por isso, sim, fundamentar que ainda além da grandeza sublime da música, da poesia e das artes do corpo negro, “Coisa de Preto” também é há tempos milenares a ciência, a tecnologia, as escritas. E a organização política que compreende formas de consenso e de distribuição de poder que não cabem inteiras no que chamamos de república, democracia, ditadura, fascismo, etc (Ideias estruturadas e desenvolvidas também, repito, no sangue e nos caprichos coloniais,. Mandantes ou subjugados). Como também é Coisa de Preto a negociação e o conflito trançados. E as revoltas e quilombagens fundamentadas em concepções diferentes do ideal de revolução mais propagado em nossas cartilhas e comícios. Consciência do impacto, do tombo, do ninho e do revide. E também das frestas.
Eis outra "Coisa de Preto", que fundamenta e que apavora, que não cabe fácil na vitrine.

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COMEMORAR A REFORMA? O CASO SERVETUS.
- o texto acompanha a foto como legenda

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Ralf Rickli

500 anos de Reforma Protestante:
há o que comemorar?
CONFIRA O CASO SERVETUS.

31 de outubro está para a Reforma Protestante assim como 14 de julho para a Revo...lução Francesa: apenas datas de referência que relembram fatos significativos mas não únicos num processo que durou anos - ou décadas, no caso da Reforma (ou mesmo séculos, dependo de como se conceitue), além de esta envolver dezenas de líderes além de Lutero, com destaque para um deles: CALVINO, nascido na França 26 anos depois do reformador alemão. Pois é a teologia de Calvino, muito mais que a de Lutero, que perpassa a maior parte das igrejas que se classificam como reformadas e/ou evangélicas no mundo - não só as que o reconhecem como fundador, mas também a Anglicana (criada pelo rei Henrique VIII) e suas derivadas, como a metodista, inclusive as que se re-re-reformaram mais tarde como pentecostais.

MIGUEL SERVETO, espanhol que também usou o sobrenome afrancesado como Servet ou latinizado como Servetus, dois anos mais jovem que Calvino, foi um multi-intelectual no melhor modelo renascentista. Traduziu obras importantes da antiguidade clássica, foi o primeiro no Ocidente a descrever e explicar a função da circulação pulmonar... e tentou participar com ousadia e independência das discussões teológicas do seu século.

Da França católica onde vivia, o espanhol Servet enviou a Calvino (francês radicado em Genebra, na Suíça) diversos escritos que viria a reunir em seu livro "Restauração do Cristianismo", nos quais se opunha à doutrina da Trindade, bem como ao próprio núcleo da teologia de Calvino: a predestinação - que diz que Deus cria cada ser humano já predestinado à “salvação” ou ao sofrimento eterno no inferno. Calvino respondeu a Servet enviando-lhe um exemplar de sua obra magna, “A Instituição da Religião Cristã” - exemplar esse que Servet - como bom intelectual - devolveu cheio de anotações críticas.

A reação de Calvino? Ficou registrada em sua carta de 13/02/1546 a seu amigo Farel: “Se Servetus vier aqui, se a minha autoridade vale alguma coisa, vivo daqui ele não sairá”.

Em 1553 Servet finalmente imprimiu sua “Restauração do Cristianismo”. Imediatamente bons cristãos reformados do círculo de Calvino o denunciaram À INQUISIÇÃO CATÓLICA na França - entregando-lhe inclusive as cartas pessoais de Servet ao reformador. Preso e condenado à fogueira, Servet conseguiu escapar e tomou o rumo da Itália fazendo escala justamente em Genebra, onde (movido sabe-se lá por que fé na racionalidade do ser humano) foi logo à igreja assistir a uma pregação de Calvino - sendo reconhecido e preso ao sair. O Conselho da Cidade de Genebra logo o condenou mais uma vez à fogueira - ao quê o bom Calvino se opôs, dizendo que seria suficiente decapitá-lo, acabando porém por aceitar a determinação do Conselho.

Consultadas, as demais cidades reformadas da Europa Central apoiaram todas a condenação, e em 27/10/1553 Servet foi queimado vivo com requintes de crueldade, o que Calvino descreveu como “uma exigência de Deus”, “para que mostremos que lhe prestamos a devida honra colocando o seu serviço acima de toda consideração humana, [mostrando] que não poupamos nem parentes nem pessoas de qualquer sangue, e esquecemos toda a humanidade quando se trata do combate pela Sua glória.”

Existe algo que possa redimir um movimento que começou assim, e que ainda hoje insiste em se fundamentar na teologia formulada por um tal maníaco, em defesa da qual esse crime foi cometido?

Desculpem, mas não dá. E estou certo de que não precisamos de nada disso, car@s man@s-human@s: precisamos apenas uns dos outros em pleno respeito de parte a parte! [Ralf Rickli]

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Esse, de acordo com a imprensa e os poderosos do "Ocidente", era um homem mau.

That, according to the press and the powerful of the west, was a bad man.
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Nossa Época

AS PERGUNTAS DO FIDEL PARA O MUNDO

“A imagem mítica do brasileiro simpático existe só no samba. Na relação entre as pessoas, sempre foi violento. A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata. Esse é o Brasil que vemos hoje na internet. Essa agressividade sempre existiu”. CASTELLS, Manuel. 2017. (Destaque do amigo Julio Cesar Sanches)

Acabo de ler "1889" de Laurentino Gomes, o que me reforça a impressão. É pouco comentado o altíssimo grau de violência nos primeiros anos da República, tanto institucional quanto generalizada. Me pareceu que nosso momento pós-golpe pode ter muito em comum com aquele! (Ralf Rickli)

Para ele, a agressiva polarização política que se vê hoje nas redes sociais 'desconstrói o mito do brasileiro simpático'. (via Folha Poder) #folha

AINDA O 31 DE OUTUBRO: QUAL O SENTIDO REAL DA REFORMA?
Há alguns anos, quando me dei conta de que se aproximavam os 500 anos (meio milênio!) da Reforma deflagrada por Lutero, me perguntei como eu viria a sentir esse dia. Afinal, tendo em vista o meio em que vim ao mundo e passei a infância, deveria ser uma data tão pessoal como, digamos, bodas de ouro dos pais: não havia limites claros de onde terminava a rede familiar, onde começava a igreja.

A igreja, no caso, era a Presbit...

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Ralf Rickli

AINDA A MINISTRA DE ALMA BRANCA. Alega-se que uma multidão de agentes públicos têm salários altíssimos e não são criticados como Luislinda Valois.

Antes de mai...s nada, são criticados sim: são frequentes as postagens e abaixo-assinados denunciando genericamente os ganhos abusivos no setor público. Mas por outro lado é verdade que estes não são tão repercutidos na mídia nem nas redes sociais.

Isso legitima as reivindicações de Madame Valois, ou torna racistas as críticas a suas reivindicações? Penso que o raciocínio socialmente correto é outro:

1) Por princípio TODOS TÊM DIREITO A UMA VIDA DIGNA - mas por isso mesmo NINGUÉM TEM DIREITO AO EXCESSO, pois o excesso para alguns só é possível às custas de que muitos outros NÃO tenham uma vida digna.

2) É óbvio que há mais brancos que negros incorrendo nesse pecado do excesso, mas quando vemos negros fazendo isso é inevitável a decepção, porque A ESPERANÇA DE TODA A HUMANIDADE ESTÁ NA UNIÃO DOS OPRIMIDOS NA BUSCA DO JUSTO PARA TODOS.

Por isso ver um oprimido se bandear para o lado dos opressores sempre traz mais amargura do que ver a atuação de um opressor já tradicional.
[Ralf Rickli]

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DEMOCRACIA, LIBERALISMO, DITADURA DO PROLETARIADO... QUAL É? ( BUSCANDO CHAVES PARA LÁ DOS CHAVÕES )
- veja mais na legenda

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Ralf Rickli

“Existe mesmo uma guerra de classes, mas é a minha classe, a dos ricos, que está fazendo a guerra, e nós estamos ganhando”. (Warren Buffett, bilionário estaduni...dense, 2011)

Amig@s, acabo de publicar
DEMOCRACIA, LIBERALISMO, DITADURA DO PROLETARIADO... QUAL É? ( BUSCANDO CHAVES PARA LÁ DOS CHAVÕES )
- um texto que busca compartilhar de modo não acadêmico porém estruturante algumas ideias já "clássicas" mas geralmente ainda pouco entendidas, que me parecem indispensáveis para o entendimento do momento brasileiro e mundial. Pensei especialmente nos desafios que os jovens terão de enfrentar, mas acho que também pode ser útil pra "nóis véio" em nossos embates

www.tropis.org/biblioteca/demolibedita.pdf
Por enquanto em PDF - mas outros formatos virão

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Texto MAGISTRAL de Fabrício Carpinejar sobre a coisa muito séria que é o bullying, oportunamente compartilhado pela companheira Maria Luiza.

Maria Luiza Quaresma Tonelli

"Bullying não é brincadeira. Bullying não é mimimi.

A chacina de Goiânia é um alerta político. Um adolescente de 14 anos, vítima frequente das ofensas de sua t...urma, roubou a pistola dos pais policiais militares e matou dois colegas e feriu outros quatro dentro do Colégio Goyases na manhã dessa sexta (20/10). Era uma vingança pelas humilhações suportadas em silêncio ao longo do ano letivo. Ele vinha sendo hostilizado de fedorento e chegou a receber até um desodorante como inesperado, pungente e irônico presente.

Não tem como justificar o crime, nem perdoá-lo. Mas é o momento de refletir sobre o quanto subestimamos a violência escolar. O bullying hoje está muito mais agressivo do que duas décadas atrás, pois envolve também perseguição e segregação digital. Os desaforos não terminam na escola, seguem pelo dia adentro na web. O sinal do fim da aula não interrompe o medo.

A tortura psicológica não encontra pausa, com troças infinitas pelos contatos no WhatsApp. O estudante esculhambado não vê para onde fugir, pois a sua página no Facebook também é invadida por comentários ofensivos e insinuações violentas.

Quem diz que bullying sempre existiu e que a preocupação com apelidos é uma frescura não acompanha a trolagem nas redes sociais.

Bullying é saúde mental, é saúde pública. Ao cuidar dele, preventivamente, em campanhas nas escolas, estaremos economizando lá adiante com internações e medicação nos hospitais.

Bullying não é exagero, não é drama, não é piada inofensiva, não é implicância natural.

Quantos adolescentes, sem saída para a angústia, em vez de revidar os ataques, cometem suicídio? E nunca ficamos sabendo. São engolidos pela solidão, levando consigo os segredos malditos e perversos da convivência.

O adolescente é uma bomba-relógio porque sente a vida com o dobro de intensidade dos adultos. Ele ama e odeia ao mesmo tempo, está permanentemente à flor da pele, caminhando do tudo para o nada, do nada para o tudo. Alterna extremos de alegria e de raiva em pouquíssimos minutos.

O corpo está mudando, a voz está mudando, ele não reconhece mais a si e depende da aprovação externa de seus amigos para assumir a identidade. Se não é aceito nos grupos sociais, se não é aprovado, ele se convencerá de que é um monstro, entenderá que crescer é uma metamorfose do mal.

Ele também não tem nenhuma reserva emocional: perdeu a proteção e a segurança da infância. Não caminha mais de mãos dadas com os pais, não recebe colo, não cura as discussões com abraços, não se desculpa com beijo. Não acontecerá o contato da pele para reaver os vínculos. É somente cobrado sem os prêmios do afeto e do conforto de quando era pequeno. No fundo, encontra-se sozinho pela primeira vez no mundo. Pretende se mostrar independente, porém é carente e sedento de reconhecimento.

O adolescente é órfão de suas perguntas e aflições. Tranca o quarto e chaveia o coração.

Ele merece um cuidado especial. Não se abrirá com facilidade. Não comunicará o seu sofrimento. O costume é engolir o pedido de socorro. Talvez tente emplacar uma conversa séria uma única vez, mas, se fracassar, não voltará a tocar no assunto. Mergulhará de novo para a educação fingida e respostas monossilábicas.

O adolescente não dá segunda chance para a confissão. Ou os pais e educadores permanecem atentos aos sinais ou ele irá explodir secretamente contra si ou contra todos.

A recuperação exige a confiança rarefeita do desabafo. Porque a dor, quando guardada, aumenta. Já a dor, quando partilhada, diminui - quem consegue falar descobre que a sua dor não é exclusiva e que muitos sofrem parecido.

Bullying destrói personalidades fortes, desmancha temperamentos firmes. Sua maior maldade é transformar a ferida em alegria, as privações em palhaçadas. As risadas machucam. Apanha-se de risadas. Pessoas se divertem às custas do constrangimento de alguém. De sinônimo do bem, a gargalhada é convertida em veneno.

O que nos resta a fazer é mudar o nosso entendimento de coragem. Coragem não é sofrer sozinho, é pedir ajuda."

Fabrício Carpinejar

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DAS MUTAÇÕES

Poema oracular, de linhagem sapiencial, inspirado em respostas dos hexagramas do Livro das mutações, o famoso I Ching.

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Ralf Rickli

ENTRE 2 E 4 MIL ANOS DE RESULTADOS OPOSTOS AO DISCURSO: PELO AMOR, amigos, vamos enxergar que o caminho das "escrituras" e da cruz NUNCA vai levar à justiça, à ...liberdade, à fraternidade, à paz, ao bem! Ele mesmo foi o pretexto e a principal arma da escravização de todos os povos em que penetrou! Como podemos sonhar que justamente o “Deus” dessa doutrina vá promover a libertação das pessoas e a felicidade da Humanidade, o que (pelo que diz o livro!) sempre prometeu, mas nunca fez?

Nossa felicidade depende da nossa decisão de desenvolvermos um Amor Sábio em NÓS, não adianta pedir a ninguém diferente de NÓS!

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