Acervo Fotográfico de Manuel A. Martins Gomes
about 5 months ago

Está nas nossas mãos passar ao mundo de hoje e de amanhã a história e as marcas dos nossos. Fico sempre tão feliz quando vejo os esforços a transformarem-se em concretização e os nossos de ontem a tornarem-se nos nossos de todos, de ontem, hoje e amanhã! Que vivam sempre!
Obrigada Diogo Camilo Alves ❤️!

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Diogo Camilo Alves
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July 18

Finalmente. De saída para embarcar no aeroporto de Lisboa, vão 4 caixotes, que acondicionam cerca de 180 obras de arte com o destino Maputo Em Moçambique.
Esta ...epopeia que iniciei em 2019 com objetivo principal de dar o devido reconhecimento á vida e obra do meu Avô, o Pintor (Mestre) João Ayres através do legado pelo artista deixado,Inicia com este embarque mais uma fase.
Em 2022, Foi com a exposição “Nanquim Preto sobre fundo branco” com a curadoria de Natxo Checa patente na Galeria Zé dos Bois, que se deu a conhecer ao público o trabalho artístico de João Ayres, elaborado nos seus primeiros anos de carreira em Moçambique, 1946- 1959.
Simultaneamente Chegou as salas de cinema, o consagrado, com 52 prémios (entre eles um Sophia atribuído pela academia portuguesa de cinema) e mais 25 nomeações, O filme “João Ayres Pintor Independente” com a realização de Diogo Varela Silva e que estreou no DocLIsboa, Sala Manoel de Oliveira no Cinema São Jorge.

“Nanquim Branco sobre Fundo Preto”
, Exposição que em Moçambique vai ser alargada a todo o período de 30 anos em que João Ayres residiu e trabalhou em Maputo, 1946/1975, conta agora na sua curadoria com Natxo Checa (Portugal) e Alda Costa (Moçambique), numa
iniciativa conjunta entre a Associação Zé dos Bois e a Kulungwana-associação para o
desenvolvimento cultural, de Maputo. Esta Exposição vai estar patente nos salões do Museu Nacional de Arte de Moçambique, Instituto Camões Maputo (Sala e Auditório), Instituto Guimarães Rosa e Galeria Kulungwana.
Uma Iniciativa destas, que também conta com a exibição do filme “João Ayres, Pintor
Independente”, entre outras actividades, nunca seria possível sem o generoso apoio financeiro do estado Português, através da DGartes e do Instituto Camões e em Moçambique com o apoio do Porto de Maputo que também se quis aliar financeiramente a esta iniciativa. Conta
também com o apoio logístico destas entidades e do Instituto Guimarães de Maputo/Brasil. A todas estas entidades fica a minha gratidão. @ccbm_igr_maputo @museart, @dg.artes @camoesmaputo @natxocheca.

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