A inviolabilidade das nossas fronteiras, e a integridade da nossa nação, não devem ser vistas, nunca, como um dado adquirido. O país deve manter-se vigilante para que as conquistas que custaram o sangue de muitos dos melhores filhos da nossa pátria, com realce para as fronteiras que dão forma à nossa bela nação, se constituam como um bem perene. Moçambique, na sua actual configuração, deve manter-se como uma fonte de orgulho das futuras gerações de moçambicanos. Esta é, verdadeiramente, uma dívida que deve ser permanentemente honrada, custe o que custar!
Viva o 25 de Setembro!

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