Carlos Lopes
about 5 years ago

***** COMUNICADO *****

***** Arciprestado De Vila Verde *****

***** 22.05.2020 *****

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Após reunião arciprestal, com os sacerdotes deste Arciprestado, e sem descurar as orientações oficiais da DGS, CEP e Arquidiocese de Braga, achamos por bem, face à abertura para a celebração do culto público católico no contexto da Pandemia COVID-19, a partir do próximo dia 30, adequá-las à nossa realidade concreta. Bendizendo o Senhor Jesus Cristo que não nos abandonou neste tempo difícil e agradecendo à Virgem Santa Maria a intercessão nas nossas necessidades, para sermos capazes de compreender e viver todos os acontecimentos pessoais e comunitários como momentos de salvação, conforme nos diz o referido documento do CEP. Assim:

Condições fundamentais:

Serenidade, ajuda e compreensão por parte de todos os intervenientes neste processo. Para além do aspeto sanitário, existe também o aspeto social. Que ninguém se zangue por não ser possível tudo, já.

Antes da Missa

1. Pede-se que as pessoas que estando ou sentido-se doentes não participem na missa. Se houver razão imperiosa, o sacerdote haverá de encontrar alternativa à semana. Outras circunstâncias também exigirão o mesmo procedimento.

2. Existirão equipas de acolhimento que ajudarão as pessoas a orientarem-se nestas circustâncias.

3. Uso obrigatório de máscara. Só é retirada para comungar.

4. Desinfeção das mãos no início e no fim da missa.

Durante a Missa

1. Ocupar o lugar que lhe é indicado. Será uma pessoa em cada 4 metros quadrados, exceto se coabitarem na mesma casa; neste caso, podem ficar juntas.

2. A ocupação da Igreja começa pelos lugares mais distantes da porta de entrada e, no fim, serão o lugares mais próximos da porta de saída que começarão a ficar libertos.

3. Na comunhão, guardar sempre os dois metros de distância e a máscara somente será retirada para comungar e será colocada logo de seguida. Será distribuída exclusivamente na mão e sem a necessidade de dizer “Amen” nesse momento. Será antes da distribuição.

4. Ao sair, as pessoas que desejarem ofertar alguma esmola, poderão fazê-lo junto à porta de saída. No fim, desinfetam as mãos e procurem evitar socializar naquele espaço.

5. Os ministros.

5.1. Grupo coral. Haja o cuidado de não partilharem folhas ou livros. Cada um deverá ter os seus. Salvaguardem-se as distâncias e as demais orientações.

5.2. Sacristão. A combinar com o seu pároco. Mas, em princípio, ficará dispensado de preparar qualquer coisa para a celebração. Com os devidos cuidados, poderá tocar o sino; abrir e fechar a igreja meia hora antes e depois, respetivamente; acender e apagar as luzes.

5.3. Leitores. Apenas um leitor em cada celebração. Evite-se, a todo o custo, que haja mais do que um leitor. O ambão e os respetivos livros seriam uma possível grande corrente de contágio.

5.4. Acólitos. Dispensados para já.

5.5. Ministros da Comunhão. Devem desinfetar as mãos antes de comungarem na mão. Colocar a máscara. Desinfetar as mãos novamente antes de distribuir a sagrada comunhão. Se tocar nas mãos de alguém ao distribuir a sagrada comunhão, deve desinfetar também. No fim, ainda mais uma vez.

5.6. Sacerdote. Deve ser o próprio a preparar as coisas na sacristia e a levá-las para o altar. Só o sacerdote deve colocar os panos, as hóstias, a água e o vinho. No fim da celebração, ou quando julgar oportuno, deve retirar os panos e coloca-los em local próprio para que as zeladoras possam pegar neles seis dias depois. Deve celebrar sem máscara, exceto quando vai distribuir a sagrada comunhão, inclusive aos MEC, que receberá comunhão a partir da píxide que estava tapada. Deve ter as píxides com tampa, só retiradas no momento de distribuir a comunhão. Deve comungar toda a hóstia e todo o Sangue de Jesus. Desinfetar as mãos antes, durante se necessário e no fim da distribuição da sagrada comunhão.

5.7. Zeladoras. Não devem colocar os paninhos no cálice. Deverão ser colocados em local apropriado 6 dias antes de serem utilizados, onde o sacerdote possa pegar neles. Da mesma forma, deverá pegar nos paninhos usados a partir de local combinado seis dias depois; exemplo: a missa foi no domingo, pode pegar nos paninhos no sábado seguinte.

5.8. Equipas de acolhimento e limpeza. Tarefa exigente. A combinar com o respetivo pároco os diversos pormenores, desde a localização das pessoas na celebração à higienização dos espaços no final de cada missa.

No fim da Missa

1. Sair da igreja por ordem, a começar pelos lugares mais próximos da saída.

2. Proibida a distribuição de quaisquer boletins paroquiais ou afins.

3. Se for essa a vossa vontade, podeis deixar a esmola no cesto à saída.

4. Desinfetar as mãos.

O presente documento poderá sofrer atualizações que serão identificadas na data do documento: a mais recente assinala que altera a que tem data mais antiga.

Vila Verde, 22 de Maio de 2020

P’lo Arciprestado

Padre Carlos Lopes

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